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Destaque

Questão de valor

Uma marca não se limita a cores e formas gráficas. Ela une a identidade da empresa a seus valores. Assim é o branding. Leia Mais.

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Máximo rendimento

Ter dificuldade em lidar com o excesso de informação pode fazer com que os profissionais percam o foco e não sejam bons naquilo que realmente importa.
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Gestão

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Estimule a alteridade

Investir na capacidade de aprender com o outro ajuda equipe a obter alto desempenho
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Cultura

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Yellow Submarine

Clássica animação dos Beatles foi restaurada e a nova versão começa a ser vendida neste mês, nos EUA.
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Saúde & Bem-estar

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Com moderação

Abusar do sal na alimentação pode causar dano à saúde. Veja alguns truques para evitá-lo.
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Troca de aprendizados


Destaque

Estimular a capacidade de lidar com o outro pode impactar positivamente o desempenho da equipe


Um ensina, o outro aprende. O conceito é aplicado pelos pais em casa, seguido pela estrutura escolar e, em muitos casos, acompanha o indivíduo até o mercado de trabalho. Apesar de todo o ensinamento nessas etapas da vida, há muitas pessoas que têm dificuldade em lidar com o outro e, pior, não aceitam receber críticas. O que especialistas têm notado nesses profissionais é a ausência da alteridade, descrita pelo teólogo Frei Betto como "a capacidade de apreender o outro na plenitude da sua dignidade, dos seus direitos e, sobretudo, da sua diferença. Quanto menos alteridade existe nas relações pessoais e sociais, mais conflitos ocorrem".

A opinião é partilhada por Kárita de Toledo Ribas, administradora de empresas e especialista em medicina comportamental, que salienta a importância de investir em vínculos consistentes e favoráveis, contribuindo para aumentar as chances de vivenciar uma equipe de alto desempenho. "O trabalho com alteridade tem como foco desenvolver a competência de perceber o outro, validando seus pontos de vista, seus afetos e sentimentos. Isso não significa que não existirão conflitos ou resistências dentro da equipe. Os integrantes do time devem compreender a importância de saber lidar com essas situações, de forma a colaborar com o desenvolvimento da multiplicidade de olhares e pontos de vista", destaca a especialista.

Segundo Kárita, uma das características marcantes das equipes que praticam a alteridade é a aprendizagem contínua. "Quanto menos alteridade houver nas relações entre as pessoas, mais distanciamento haverá entre os componentes, dificultando a comunicação. E isso resulta na criação de ruído, o que diminui as chances de obter um resultado satisfatório", explica.

Como chegar lá
Mas, afinal, se nem todos os profissionais possuem essa habilidade, quais são as ferramentas mais úteis que os gestores têm à disposição para ajudar a desenvolvê-la? Para a especialista, o famoso feedback pode ser de grande utilidade para a análise do desempenho de suas equipes. Se o conhecimento sobre o mundo é formado por meio do contato com pessoas e é com o outro que somos capazes de nos perceber e corrigir nosso comportamento, a conversa estruturada pelo feedback deve ser ainda mais constante nas empresas. "Investir em programas de desenvolvimento que permitam maior contato com esse tema pode ajudar a obter um salto de qualidade, já que reestruturações comportamentais sólidas e aprendizagem efetiva exigem longos períodos para se solidificarem e se tornarem orgânicas e naturais", conclui Kárita.

Excesso de informação pode ser prejudicial à carreira


Artigos

*Eduardo Ferraz


As pessoas, de um modo geral - empreendedores, executivos ou estudantes - estão cada vez mais expostas a um alto nível de estresse provocado pelo excesso de informação, que é fornecida pelos meios de comunicação tradicionais, digitais ou até mesmo pelas pessoas com quem lidamos diariamente. Vivemos um verdadeiro bombardeio de dados e nem todos estão sabendo lidar com isso da melhor maneira.

O conhecimento humano está aumentando muito rapidamente. Há alguns anos, o professor Stephen Kanitz, consultor de empresas e conferencista, escreveu o seguinte comentário em um artigo: "(...) embora coletivamente o mundo esteja ficando mais inteligente, individualmente estamos ficando cada vez mais burros".

Quem lê bastante talvez consiga ler cerca de 2.000 livros durante a vida, o que já significa muita informação. Isso é, contudo, uma gota no oceano em comparação com os mais de 50 milhões de livros catalogados ou com os bilhões de páginas na internet. Como, então, selecionar o que importa nessa quantidade enorme de informações?

O ideal seria especializar-se em algo útil e saber muito sobre esse assunto. Acabou a era do generalista, aquele que sabe um pouco de tudo e não sabe muito sobre nada.

Para aperfeiçoar seus talentos, você terá que, deliberadamente, ignorar milhões de informações e concentrar-se naquilo em que você é melhor, a ponto de se tornar referência em seu campo de atuação. Além disso, procure ler ou estudar aquilo que é produzido por pessoas que tenham autoridade - teórica e prática - comprovada sobre o tema que abordam. Cuidado para não encher de chumbo o seu cofre achando que está guardando ouro.

Não fique mudando de emprego, entrando e saindo de cursos universitários, fazendo qualquer treinamento ou seguindo as orientações do primeiro guru que apareça pela frente.

Tenha foco! Especialize-se nas áreas em que você é naturalmente talentoso e aprofunde-se em assuntos nos quais possa fazer a diferença.

*Eduardo Ferraz, consultor em gestão de pessoas e especialista em treinamentos.

O perigo mora no excesso


Saúde e Bem-estar

Hábito de ingestão exagerada de sal causa males à saúde, mas há alternativas para driblar o vilão

Estudos encomendados pelo Ministério da Saúde, em 2011, mostraram que os brasileiros consomem uma média de 12,5 gramas de sal por dia, quase o triplo recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que estabelece como ideal o consumo entre 5 gramas a 6 gramas ao dia. A fim de contribuir para a promoção de hábitos de alimentação mais saudáveis, o Ministério da Saúde e as associações que representam os produtores de alimentos processados - que contêm alto índice de sódio - assinaram um compromisso de redução gradual da quantidade do elemento até 2014

O objetivo é restringir o consumo exagerado do ingrediente. "O sal em excesso pode causar retenção de líquidos, alteração na absorção de nutrientes essenciais como o cálcio - podendo contribuir para a osteopenia ou para a osteoporose, cefaleias, comprometimento na eliminação de toxinas, problemas de visão, disfunção renal, hiperatividade, alteração de pressão arterial e doenças cardiovasculares", alerta a nutricionista Natália Colombo.

Engana-se quem acredita que o sal só é incluído na alimentação por meio do nosso saleiro. Um dos fatores que contribuem para o uso abusivo do sal pelos brasileiros é o crescente consumo de alimentos industrializados nos últimos anos, no país, já que tais produtos utilizam em excesso o ingrediente na composição.

Além disso, a utilização de sal nas refeições é também um hábito cultural que começa a ser introduzido ainda na infância. "O sal vicia o paladar, por isso não é recomendada sua utilização na papinha dos bebês, por exemplo. Os alimentos naturais, como legumes, verduras e frutas já possuem sódio, mas, é claro, em uma quantidade bem menor", explica Natália. A nutricionista destaca ainda que os bebês não sabem o que é bom ou ruim, porque é nessa idade que começam a acostumar o paladar com todos os alimentos. "A criança não irá achar ruim uma papinha sem sal, porque ela não conhece esse sabor", orienta Natália.

Mais sabor, menos sal
A nutricionista sugere que se evite ao máximo o consumo de alimentos industrializados. Outra opção para reduzir o uso do sal nas refeições, de acordo com Natália, é a preparação de pratos com a adição de ervas e especiarias. "Ervas como manjericão, alecrim, orégano e especiarias, como noz-moscada e curry, além de trazerem uma série de benefícios para o organismo, ainda são capazes de proporcionar sabor ao alimento". Opte também por substituir o sal comum pelo marinho, que, por não ter passado por processo de refinamento, possui uma concentração maior de minerais em relação ao convencional. No entanto, lembra a especialista, a quantidade de sódio é a mesma e, devido a isso, o ideal é utilizar o ingrediente com moderação também.

Veja uma dica de tempero substituto do sal (ideal para peixes e legumes)Ingredientes

1 colher de sopa de manjericão seco

2 colheres de sopa de salsinha picada

2 folhas de louro picadas

1 pitada de açafrão

1 pitada de pimenta-do-reino

1 colher de chá de alecrim

Casca de limão ralada a gosto

Modo de preparo

Misture tudo e guarde em um recipiente fechado, na geladeira.

Você sabia?
As papilas gustativas presentes na nossa boca, que identificam o gosto salgado, demoram cerca de três meses para se adaptarem a uma dieta reduzida de sal. Por isso, é questão de tempo acostumar-se com uma dieta mais saudável e pobre em sódio.

Como identificar se um alimento processado é rico em sódio?
Se a quantidade de sódio for superior a 400 mg em 100 g do alimento, o alimento será considerado rico em sódio.

Em plena forma


Cultura

Longa inspirado na música Yellow Submarine, dos Beatles, ganha nova versão e é relançado em DVD e Blue-Ray

Agora, os antigos fãs dos Beatles poderão apresentar o clássico filme animado Yellow Submarine para seus filhos e netos. Isso porque o longa, criado em 1968, foi restaurado e será lançado em DVD e Blu-Ray ainda neste mês. Por se tratar de uma arte gráfica bastante delicada, toda desenhada à mão, o processo de restauração da obra também foi todo manual e só foi concluído cerca de dois anos depois de seu início

Dirigido por George Dunning e escrito por Lee Minoff, Al Brodax, Jack Mendelsohn e Erich Segal, com direção de arte e a produção assinadas por Heinz Edelmann, o filme revela influências da pop art de Andy Wahrol, Martin Sharp, Alan Aldridge e Peter Blake. No roteiro de Yellow Submarine, John, Paul, George e Ringo lutam em um submarino amarelo para salvar Pepperland, terra da música e da felicidade, invadida pelos vilões Blue Meanies e seu líder Flying Glove. Entre os bônus do DVD e do Blu-Ray estão um minidocumentário intitulado "Mod Odyssey", o trailer original, comentários do produtor e do diretor de arte, entrevistas e sequências do storyboard, além de fotos dos bastidores.

Bônus para os fãs

Além do DVD e do Blue-Ray, chega também às lojas americanas o CD com a trilha sonora do longa, com músicas como "Eleanor Rigby", "When I'm Sixty-Four", "Lucy in the Sky With Diamonds" e "All You Need Is Love". Para completar a coleção dos fãs, em abril foi lançada uma nova edição compacta e ilustrada do livro Yellow Submarine, com versão digital interativa, disponível para download gratuito no iTunes.

A força da marca


Gestão

Construir uma reputação positiva é essencial para agregar valor à identidade de uma empresa

Criar vínculos entre os clientes e a marca é uma das maiores conquistas empresariais, afinal, o ato de consumir sempre está relacionado a sentimentos. E, ao pensar em uma determinada marca, é comum os consumidores associarem o nome às sensações que ela transmite, como liberdade, alegria, prazer e família, entre outras emoções. Parece mágica. Basta visualizar o logotipo ou uma cor característica do produto e pronto: lá está sua marca na mente dos consumidores. Por isso, não seria exagero dizer que a marca é um dos ativos mais importantes de uma empresa, já que as pessoas precisam perceber e considerar seus produtos como os melhores do mercado. E quem cuida da gestão de marca, bem como da sua concepção, é uma área da comunicação conhecida como branding.

De acordo com Hélio Mariz de Carvalho, sócio e gerente da FutureBrand, empresa especializada em branding, o processo de construção de uma marca exige estudo e muita estratégia. A FutureBrand foi a responsável pelo lançamento da marca Alelo, que substituiu o nome pelo qual a empresa era mais conhecida no mercado: cartões-benefício Visa Vale, seu principal produto. Carvalho explica que o primeiro passo do processo, nesse caso, também foi entender quais eram os planos da empresa, para criar um posicionamento adequado que permanecesse atual também no futuro. "Precisávamos refletir o novo momento da companhia, que ampliou o portfólio de produtos para cartões pré-pagos, tornando-se uma empresa multibandeira", explica.

Tendo definido essas questões de posicionamento da marca, de acordo com Carvalho, foi realizada uma série de estudos de mercado e de concorrência, além de pesquisas e conversas com clientes e com o público interno. Todo o processo levou dois anos para ser concluído. "A escolha do nome e da solução visual foi apenas uma espécie de coroação do pensamento, uma materialização da estratégia traçada. O nome Alelo tem um som interessante, de caráter moderno e, ao mesmo tempo, é suave e humano. Acredito que fomos muito felizes nesse trabalho e que, desde o lançamento da marca, tanto funcionários quanto clientes puderam sentir essa sinergia e se identificaram com a escolha feita", comenta Carvalho.

Para Ronaldo Varela, diretor-executivo Comercial, de Marketing, Produtos e Novos Negócios da Alelo, apesar de a marca ser um ativo intangível das companhias, alavanca oportunidades e auxilia no combate a cenários adversos. "Hoje, perante clientes cada vez mais informados e mercados mais maduros, a marca, quando bem administrada, estabelece uma relação de troca com os interlocutores. Além de conferir robustez ante a concorrência, gera diferenciação", afirma Varela.

Todos os públicos
A reputação da marca, contudo, não depende somente das pessoas que a consomem. Acima de tudo, devem-se alinhar os objetivos do seu produto com os pontos de apoio, ou seja, colaboradores, web site e espaço físico, entre outros quesitos, para que possam transmitir a mensagem da sua marca. Carvalho explica que é exatamente nesse ponto que muitas empresas acabam se perdendo no processo de gestão da marca, por acreditarem que o nome, a cor ou mesmo o logotipo escolhidos sejam apenas elementos para se relacionar com o consumidor final. "Uma marca é como uma ponte que ajuda a empresa a atravessar o caminho até o futuro, mas nada disso é possível sem o apoio do público interno. É preciso explicar aos funcionários do que se trata, quais são os objetivos do negócio, os valores da organização, para onde ela pretende ir, esclarecer motivações e alinhar estratégias de mercado", diz Carvalho.

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